terça-feira, 24 de março de 2015

62ª Caminhada: Caminhos da Sra da Graça à Lupa

(Brevemente as fotos e mais informação)

Encontro em pleno centro de Mondim de Basto, Vila simpática que vive a ser observada pelo Monte Farinha, com o Santuário no topo.

Sempre na expectativa do que nos sairia no ovo, o que sabíamos era que o que nos esperava era uma subida algo complicada.

 Nas primeiras passadas, ainda na área habitacional, afinal até se andou bem. Depois disso, os calores começaram a aparecer e eis que entramos na área de montanha, com caminhos lajeados característicos da zona.

Entretanto, o prémio do esforço vai aparecendo: paisagens magníficas, vegetação a gosto e o aproximar do céu.

Complementando, fomos visitar o castro, com uma situação privilegiada quer em termos de horizontes, quer em termos de elementos constituintes que proporcionaram até um excelente local de retoma de energias, conseguida por cada um á custa do alívio da mochila.

Retomando o caminho, fomos enfrentando a montanha, visitando por uma ou outra vez a estrada de acesso com sinais evidentes da passagem da caravana ciclista.

Antes de chegar ao cimo, um contratempo com o nosso “batedor”: não é que lhe deu uma coisinha no gémeo direito?.... Nada que os para-enfermeiros não debelassem de forma a chegar ao Santuário com a passagem pelas 4 Capelas que anunciavam a proximidade do mesmo.

E aí, ufa, chegamos. E vamos consolar o estômago e os músculos, carregando um e descansando os outros.

Depois do retempero, iniciamos a descida á Vila, não sem antes termos feito um desvio para apreciarmos o Templo de outra perspectiva no  Alto dos Palhaços

O trajecto de volta, feito quase sempre a travar, proporcionou-nos outras paisagens, a passagem pela Pedra Alta (pintada de branco para ser visivel aos olhos de todos), o calcorrear da estrada até chegarmos ao parque de merendas que, via-se bem, estava a começar a ser de novo frequentado após o Inverno, anunciando a Primavera.

Fazendo jus ao nome, aproveitou-se para merendar, acompanhando com conversas sobre futuros eventos e a perspectiva de retornarmos ás moradas de cada um, após uma jornada repleta de emoções, cansados mas de alma cheia.

Daqui ao ponto de partida foi um saltinho e terminámos ao som da canção da Gaivota, entoada por um jovem que talvez inconscientemente pedisse asas para chegar à meta.

No ponto de partida demos as boas vindas ao … que se tornou membro dos Solas Rotas.

José Nadais

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