terça-feira, 13 de junho de 2017

Solas Rotas faz hoje 10 Anos!



Obrigado a todos os membros e simpatizantes. Amigos para a vida :)

segunda-feira, 5 de junho de 2017

87ª Caminhada: Rota do Maciço Central no Wikiloc

Wikiloc é um lugar para descobrir e partilhar as melhores trilhas ao ar livre a pé, de bicicleta e muitas outras atividades. Pode visitar o trilho na página Solas Rotas no Wikiloc, para fazer download (gpx, kml) do mesmo pode-se registar é totalmente gratuito.

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87ª Caminhada: Rota do Maciço Central a Foto de Grupo

quarta-feira, 31 de maio de 2017

87ª Caminhada: Rota do Maciço Central em Anúncio

ÚLTIMA HORA (01 JUN / 21H):  CAMINHADA NÃO  CONFIRMADA
TODOS CONVIDADOS
Caminhada Difícil (+/-14km), desníveis acentuados 
- Aconselha-se o uso de botas, água, roupa adequada às condições atmosféricas
- Caminhada só se realizará se na sexta-feira anterior não houver previsão de chuva
- Caminhada sem reconhecimento, preparados para tudo

Fonte: http://www.portugalnotavel.com/covao-da-ametade-manteigas/




Junho, Serra da Estrela. 

Depois da Serra do Gerês, mais uma marcha exigente, iniciaremos no Covão d' Ametade, e subiremos para os 1800 metros para Cântaro Gordo, um percurso exigente, com alguns obstáculos, contemplado (dito por quem já fez este trilho) pela beleza do Covão d'Ametade, Covão Cimeiro, os Cântaros (Magro, Gordo e Raso) e a Lagoa dos Cântaros.


Será nas Salgadeiras, que iremos repor as forças, daqui seguiremos pelo Covão Clareza, mais ou menos plano, para ao km 5 iniciarmos a descida (um pouco à aventura), aqui avistaremos a Lagoa do Peixão.


Posteriormente seguiremos o Vale da Candeeira, para mais à frente atravessarmos o ribeiro com o mesmo nome.


A parte final do trilho a descida para o Covão d'Ametade, é acompanhada pelo Vale Glaciar do Zêzere.


Nota: "Preparados para tudo"


Todos aqueles que desejarem aceitar esta sugestão, devem preencher o formulário (ver mais abaixo), apenas depois das 21:00 da 4ª feira anterior ao dia da caminhada e até às 18:00 de 6ª feira


FORMULÁRIO
Se faz intenção de nos acompanhar, preencha o seguinte FORMULÁRIO (limite de 90 solas)
apenas depois das 21:00 da 4ª feira anterior ao dia da caminhada e até às 18:00 de 6ª feira
---- gratuito, mas a caminhada não inclui seguro ---
PARTICIPANTES CONFIRMADOS FINAL (01 JUN/ 21H)
Victor, Catarina, Sérgio, Gabriel, Mário, Cristina, Raquel, Bernardo, Cláudia, Carla, Alberto, Elsa, Fernando, Paula, Daniel
(28 / 90)
PARTIDALOCALGPSKMGRAUMAPA
2017.06.04
10:00
Covão d' AmetadeN 40º 19' 41.1''  W 7º 35' 12.4''
40.328078   -7.586792
 14DifícilLink
MAIS INFORMAÇÕES
Percurso: Rota do Maciço Central
Local: Serra da Estrela
Partida/Chegada: Covão d' Ametade
Estacionamento: Sim
Rede Telemóvel: ?
Âmbito: Paisagístico, Cultural, Ambiental
Tipo: Circular
Sinalização: GPS
Pontos Água:  ?
Exposição Vento/Solar: Alta
Almoço: Volante
Regras: Ler Aqui
Sugerido: Solas Rotas
Ponto Encontro: Covão d'Ametade
Pontos de Interesse: Rio Zêzere, Covão d'Ametade, Vale Galciar do Zêzere, Lagoas 
Dicas: Água, Roupa adequada às condições atmosféricas; Botas; Bastão,
Reconhecimento: Sem reconhecimento
Outras informações: Manteiga Trilho Verdes, Serra da Estrela, Câmara Municipal de Manteigas
A visitar: Pontos de interesse


terça-feira, 30 de maio de 2017

Extra: Subida ao Pé de Cabril à Lupa

Respondendo a um desafio lançado pelo Grupo das Solas Rotas, a 20 de maio 2017, realizou-se mais uma caminhada cheia de aventuras no Gerês – Subida ao pé de Cabril.

Em pleno Parque Nacional da Peneda Gerês, contemplando a beleza da paisagem natural do meio, iniciou-se a caminhada tendo o privilégio de observar os belos cavalos selvagens e até mesmo montar a cavalo “em cavalo de pedra” (rocha em forma de cavalo). Continuando com aventura, todos os elementos do grupo, imitando os gatos, atravessaram pelas rochas um trilho estreito e baixo, para de seguida contemplar uma das paisagens lindíssimas do ponto alto de pé de cabril. 

Rochas, sobre rochas quase até às nuvens, podendo-se observar o rio Homem (Albufeira de Vilarinho das Furnas), Albufeira da Caniçada e todo o cenário montanhoso à volta. O prazer de imitar os gatos foi tão sublime, que se regressou pelo mesmo trilho. 

A caminhada continuou até ao prado. Aqui na sombra de uma bela árvore deliciamo-nos com o almoço, sempre ao som da água a correr. E

Em direção à aldeia, a água foi-nos acompanhando e permitindo-nos sentir alguma frescura em dia tão quente. 

De forma a reiniciar outra subida, uma vaca resolveu dar apoio e ensinar o verdadeiro trilho. Sempre a subir a serra, a beleza da paisagem ia modificando, mas sempre a surpreender. 

Depois de algumas subidas mais, avistou-se a calma do rio, a zona da aldeia submersa, uma pequena cascata em rocha gigante e a Albufeira de Vilarinho das Furnas. 

Continuou-se a subir, sempre contemplando cenário belo da montanha até encontrar terreno já pisado da parte da manhã.

Caminhada termina com a beleza da casa de guarda de Leonte.


Foi uma experiência única e inesquecível, que será sempre um gosto voltar a contemplar tamanha beleza e como se foi afirmando no grupo “Gerês é Gerês”

Carla Mendes SR175












MAPATRILHOELEVAÇÃO
http://www.walkingportugal.com/z_distritos_portugal/Braga/Fafe/FAF_pr10_trilho_do_vento_folheto.pdf

PARTICIPANTES CONFIRMADOS FINAL (20 MAI - 19h)
Victor, Sérgio, Bernardo, Raquel, Carla, Alberto, Elsa, Adelino
( 16/ 30 )
PARTIDALOCALGPSKMGRAUMAPA
2017.04.20
09:00
Casa de Guarda Leonte

41°46'02"N 8°08'49"W
41.767222, -8.146944

 16DifícilLink
MAIS INFORMAÇÕES
Percurso: Subida ao Pé de Cabril
Local: Gerês
Partida/Chegada: Portela de Leonte
Estacionamento: Sim
Rede Telemóvel: Fraco
Âmbito: Paisagístico, Ambiental
Tipo: Circular
Sinalização: GPS
Pontos Água: Fontes (escassas)
Exposição Vento/Solar: Alto
Almoço: Volante
Regras: Ler Aqui
Sugerido: Solas Rotas
Ponto Encontro: Portela de Leonte
Pontos de Interesse: Pé de Cabril, Serra do Gerês, Panorâmica Albufeira Caniçada, Panorâmica Albufeira Vilarinho das Furnas
Dicas: Água, Roupa adequada às condições atmosféricas; Botas; Bastão,
Reconhecimento: Sem reconhecimento
Outras informações: Pé de CabrilSerra do GerêsAlbufeira de Vilarinho das Furnas
A visitar: Cascata de LeonteVila do Gerêsa

terça-feira, 23 de maio de 2017

Extra: Subida ao Pé de Cabril no Wikiloc

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Extra: Subida ao Pé de Cabril a Foto de Grupo

Óbidos 2017

Belém 2017

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Extra: Subida ao Pé de Cabril

ÚLTIMA HORA (19 MAI/ 19H): CAMINHADA CONFIRMADA
INSCRIÇÕES FECHADAS
Caminhada Difícil (+/-14km), desníveis acentuados 
- Aconselha-se o uso de botas, água, roupa adequada às condições atmosféricas
- Caminhada só se realizará se na sexta-feira anterior não houver previsão de chuva
- Devido a ser uma zona protegida, teremos que condicionar o numero de participantes (15 membros)
- Caminhada sem reconhecimento, preparados para tudo

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=0HtLAD5M8_o

SERRA DO GERÊS

"Onde por várias vezes já passamos, e nunca nos cansamos."

Por várias razões decidimos mudar o local da nossa caminhada extra de Março, porque não sabíamos se o Trilho Interpretativo Matos em Altitude (Vila Pouca de Aguiar) estaria "transitável" e "apreciável", uma vez que sabíamos que os incêndios andaram na Serra da Padrela.
Depois da nossa ultima aventura, não quisemos arriscar a caminhar em que tudo estava queimado.

Escolhemos realizar a subida ao Pé de Cabril, onde alguns elementos do grupo já lá estiveram, e sem duvidas é um dos pontos altos do Gerês.

Sairemos da casa do guarda de Leonte, subiremos até ao Pé de Cabril, onde pelo caminho podemos apreciar a paisagem montanhosa envolvente, os caminhos que nos levaram até aos Prados da Messe, a Serra Amarela, a albufeira de Vilarinho das Furnas.

Para atingirmos o topo de Cabril, um desafio nos espera, a passagem estreita onde se começa de joelhos e acaba-se quase a rastejar, mas que de longe merece tamanho sacrifício, porque do outro lado acreditem que há um lugar mágico.

Voltamos ao trilho, onde passaremos vários prados, Amarelo, Gamil e várias linhas de água (que serão um desafio interessante para as passar)

Outro ponto de interesse será o miradouro da Albufeira de Vilarinho das Furnas, depois de passarmos por trás do Pé de Cabril, iniciaremos a descida até ao local de partida

Todos aqueles que desejarem aceitar esta sugestão, devem preencher o formulário (ver mais abaixo), apenas depois das 21:00 da 4ª feira anterior ao dia da caminhada e até às 18:00 de 6ª feira

FORMULÁRIO
Se faz intenção de nos acompanhar, preencha o seguinte FORMULÁRIO (limite de 90 solas)
apenas depois das 21:00 da 4ª feira anterior ao dia da caminhada e até às 18:00 de 6ª feira
---- gratuito, mas a caminhada não inclui seguro ---
PARTICIPANTES CONFIRMADOS (21 MAR /00H)
Sérgio, Victor, Carla, Raquel, Bernardo, Alberto, Elsa, Mário Pinto, Adelino, Daniel
( 20 / 30 )
PARTIDALOCALGPSKMGRAUMAPA
2017.05.20
09:00
Casa de Guarda Leonte41°46'02"N 8°08'49"W
41.767222, -8.146944
 14DifícilLink
MAIS INFORMAÇÕES
Percurso: Subida ao Pé de Cabril
Local: Serra do Gerês
Partida/Chegada: Casa de Guarda de Leonte (Gerês)
Estacionamento: Pouco
Rede Telemóvel: Fraca
Âmbito: Paisagístico, Cultural, Ambiental
Tipo: Circular
Sinalização: GPS
Pontos Água: Poucas
Exposição Vento/Solar: Alta
Almoço: Volante
Regras: Ler Aqui
Sugerido: Solas Rotas
Ponto Encontro: Casa de Guarda Leonte (Gerês)
Pontos de Interesse: Casa do Guarda Leonte, Pé de Cabril, Prado Amarelo, Prado Gamil, Miradouro Vilarinho das Furnas
Dicas: Água, Roupa adequada às condições atmosféricas; Botas; Bastão,
Reconhecimento: Sem reconhecimento
Outras informações: Pé de Cabril, Serra do Gerês, Albufeira de Vilarinho das Furnas
A visitar: Cascata de Leonte, Vila do Gerês


COMUNICADO

Caros Amigos

Vimos por este meio comunicar que a atividade "Experiencia Santiago", inicialmente marcado para os dias 27 e 28 de Maio, será cancelada, uma vez que a ideia seria fazer Ponte de Lima - Valença, e experiencia de dormida em Albergue (Rubiães), não achamos justo "ocupar" os lugares do albergue condicionando o numero de vagas para os peregrinos.

Pedimos desculpa aos nossos membros que estariam a pensar realizar a atividade, mas temos a certeza que compreenderão a nossa decisão

Saudações Pedestres

quarta-feira, 10 de maio de 2017

86ª Caminhada: Cabo da Roca à Praia Grande em Anúncio

ÚLTIMA HORA (10 MAI / 21H):  CAMINHADA CANCELADA
- Esta atividade foi cancelada no local, devido a não estarem reunidas as mínimas condições para ser realizada (chuva e piso escorregadio


Fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/54/Cabo_da_Roca.JPG

Maio, Lisboa. Depois de visitarmos Sicó, e baixarmos até à Costa Vicentina, agora chegou a vez de visitarmos Lisboa, reencontrar os nossos amigos de capital, e realizar o trilho "Cabo da Roca à Praia Grande". Trata-se de um trilho não marcado, que nos leva ao ponto mais ocidental de Portugal continental (Cabo da Roca), onde poderemos visitar o conhecido Farol do Cabo da Roca

Seguindo para norte, passamos pela Praia da Ursa, praia esta reconhecida pelo guia Michelin, antes de chegarmos à Praia da Adraga, passamos pelo Fojo da Adraga, e a Pedra de Alvidrar.  O ponto a seguir são as Pegadas de Dinossauro, com mais 110 milhões de anos, bem marcadas na rocha. Por fim chegamos à Praia Grande, um areal extenso de águas limpas, muito procurada para a pratica de Surf, devido às suas ondulações. 

Todos aqueles que desejarem aceitar esta sugestão, devem preencher o formulário (ver mais abaixo), apenas depois das 21:00 da 4ª feira anterior ao dia da caminhada e até às 18:00 de 6ª feira

FORMULÁRIO
Se faz intenção de nos acompanhar, preencha o seguinte FORMULÁRIO (limite de 90 solas)
apenas depois das 21:00 da 4ª feira anterior ao dia da caminhada e até às 18:00 de 6ª feira
---- gratuito, mas a caminhada não inclui seguro ---
PARTICIPANTES CONFIRMADOS FINAL (10 MAI/ 21H)
-
( 0 / 90 )
PARTIDALOCALGPSKMGRAUMAPA
2017.05.14
10:00
Cabo da Roca38º46'50"N 9º 29' 52"W
38.780556, -9.497778
 14MédioLink
MAIS INFORMAÇÕES
Percurso: Cabo da Roca à Praia Grande
Local: Parque Natural Sintra/Cascais
Partida/Chegada: Cabo da Roca
Estacionamento: Sim
Rede Telemóvel: Sim
Âmbito: Paisagístico, Cultural, Ambiental
Tipo: Circular
Sinalização: GPS
Pontos Água:  ?
Exposição Vento/Solar: Alta
Almoço: Volante
Regras: Ler Aqui
Sugerido: Solas Rotas
Ponto Encontro: Cabo da Roca
Pontos de Interesse: Cabo da Roca, Farol do Cabo, Praia da Ursa, Fojo da Adraga, Pedra de Alvidrar, Praia da Adraga, Pegadas de Dinossauros, Praia Grande
Dicas: Água, Roupa adequada às condições atmosféricas; Botas; Bastão,
Reconhecimento: Sem reconhecimento
Outras informações: Câmara Municipal Sintra, Parque Natural Sintra/Cascais, Cabo da Roca
A visitar: Farol do Cabo da Roca, Castelo dos Mouros, Palácio da Pena, Quinta da Regaleira, Palácio de Sintra


terça-feira, 9 de maio de 2017

12ª Grande Rota: Trilho dos Pescadores à Lupa


4 dias, 75km, a mochila, a tenda, as falésias e o mar… à descoberta da Costa Vicentina, pelo Trilho dos Pescadores.

De Ermesinde a Porto Covo é um saltinho, houve até quem não visse a ponte do freixo. Questões de segurança… é melhor dormir…

Dia I – Porto Covo – Vila Nova de Mil fontes 

Chegados a Porto Covo, antes da partida havia que garantir o jantar. Chouriças, check; Assador e álcool, check; Queijo, check;… foi só esperar que cozessem o pão. Tudo a postos, pés ao caminho rumo a Vila nova de Milfontes.

Areia e mais areia, 20km quase sempre em areia. Uma etapa bem existente com destaque às passagens pelos areais das praias da Ilha do Pessegueiro, Aivados e Malhão. Praias lindíssimas, enseadas magníficas. A Beleza da paisagem e a tranquilidade do percurso compensa a exigência física de caminhar, com mochila pesada, na areia. O que vale é que a areia era só na primeira etapa… ou não…

Chegados a Vila Nova de Milfontes, paragem no primeiro café. O jovem, orgulhoso por ver portugueses a percorrem este trilho, até ligou a música. Queria encaminhar-nos para um hostel mas preferimos as dunas, e foram apenas mais uns km de areia à procura do melhor sítio para pernoitar. E “bibá” tenda das meninas – Lady que é lady tem tenda nova e com ar condicionado. E a colchonete XPTO do Gabilas? Era maior que a tenda!!! Banho tomado no SPA de seixos com água salgada, fomos preparar a janta. O assador já fumegava, o Victor assumiu os comandos, e a mesa estava posta (havia que dar utilidade ao poncho). Retemperados, fomos explorar a vila. Um prazer conhecer a Ana. A “praga” não lhe pegou mas a caipirinha estava óptima. Só o copo do Sérgio é que estava furado. Ela esqueceu-se de cobrar ao grande chefe mas ele fez questão de pagar e ganhamos um o shot. E que shot!, nunca havíamos provado igual… shot BMaçã, o melhor que a Ana te dá!!!

De regresso às tendas, pequena tertúlia e observação da ursa maior, recolha e início do concerto. A moto4 do Fernando, o tanque de guerra do Gabilas, o Mário a bufar e o batuque do Victor a preparar a colchonete de areia… Afinadinhos, em stereo, no stop até de manhã.

Dia II – Vila Nova de Mil fontes – Almograve

Ainda ao som da roncomusic, a Cristina acordou. Perdeu a saia… afinal não, não sabia era da Sara!... Casas arrumadas, seguimos caminho, rumo a Almograve. Esperavam-nos 16km, mais fáceis por terem menos areia que na etapa anterior. E tinha… menos 5km de distância!...

A despedida de Milfontes merecia uma foto de grupo em condições, junto ao rio Mira. A atleta que por ali passava fez o obséquio e clicou da esquerda para a direita, da direita para a esquerda, agachada e esticada, várias para escolhermos a melhor. Oh!, o rolo devia estar encravado, não ficou nenhuma, não passaram de uma Miragem… Atravessamos a Vila, e depois de uns km de alcatrão, logo após a travessia da ponte sobre o rio e já com saudades da areia, entramos novamente em trilho de pé posto. Eis que somos abordados por uns jovens à procura de uma cascata. O Gabilas não sabia onde era mas parlava perfeitamente Italiano. Milan ou Milano vai dar tudo ao mesmo, eles foram à procura da cascata, nós à procura da sombra para almoçar. E foi ali mesmo, no trilho. A petiscar e a ver caminheiros passar. Foi um dia de descobertas: o Sudoeste passou para Maio e o Zé Cabra já morreu!?!?… Areia e mais Areia, a 4km da meta um recanto alcatifado de verde convidava a uma sesta. Pequena pausa pois o mergulho já chamava, seguimos até à pousada. E que recepção, qual Canta Baía, os jovens entoavam “sempre que bilha o sol na praia do Meco…”. Já na praia, veio a onda, o Sérgio enrola e sai Ulisses mar fora, à conquista da praia. Mas logo voltou ao mar… muita areia… e não estava de botas! A sede já apertava, hora do petisco. No Lavrador, havia mesa e cerveja de pressão mas faltava vontade de atender aos funcionários. Ala que se faz tarde, fomos a outro… não havia cerveja de pressão mas havia preta fora de validade; não havia tremoços mas foram comprar. Dados os acontecimentos, jogamos e pelo seguro e reservamos jantar na churrasqueira da Isa. Chegados, o que demorava mais era o frango!?!?! Mais arroz não há, mas vem carne para compensar. Nós queríamos mais mas a Isa disse que era mais olhos que barriga e não serviu. A Isa é que manda, comida não tinha, já a conta foi bem gordinha… Tudo a correr 5 estrelas, faltava a caipirinha da noite. 9 caipirinhas??? Só temos uma!.. Venha ela para o chefe e 9 shots de medronho. E assim regressamos quentinhos à pousada. O ronco room revelou-se uma caixa de surpresa – nova gama de lingerie masculina, hóstia design! No quarto dos não ronco o estendal estava perfeito e provavelmente houve quem não dormisse para manter a reputação…

Dia III – Almograve – Zambujeira do mar

Alerta que há uma bolha! Rebenta a bolha do Mário! Vai doer? Olha que não é esse dedo… estás a tremer… ai… ui …. - Calma que ainda não furei, ou furei… já está!...

Pequeno-almoço tomado, fotografia de grupo e iniciamos a etapa do dia, 22km rumo a zambujeira do mar.

Por entre caminhos de areia e mais areia, a Sara decidiu caminhar descalça, qual peregrina de Nossa Sra. do Mar. E que bem se aguentou. De falésia em falésia, por caminhos de areia e areia, entramos num pequeno pinhal que permitiu tirar a areia das botas por alguns metros. O Fernando encontrou um banquinho mesmo à medida. Pena que não reparou que já estava ocupado por um formigueiro… Seguimos caminho a pensar na próxima aldeia que teria uma caneca fresquinha. Não havia cerveja de pressão, teve de ser um bitoque! Durante a tarde o percurso alternava ora mais pela orla marítima ora mais pelo interior mas a areia lá continuava, sempre fiel, ao longo de todo o percurso. Nesta etapa destaca-se a passagem pelo cabo do Sardão, os imensos ninhos de cegonhas e a beleza do portinho de pesca da Entrada da Barca. A descida até lá será um tanto perigosa em dias de chuva, mas existem cordas presas para facilitar a descida. Já a subida é ingreme e por estrada de alcatrão. Lá no cimo uma paragem para a mini e observar o peixe com três cabeças na vitrina. E que peixe!… Visita às alminhas de nossa senhora do mar com umas vistas fantásticas sobre o porto de pesca e lá seguimos caminho. A 1500 metros da meta, por uma via pedonal paralela à estrada, fizemos pausa para visitar mais uma prainha e reflectir no local para a pernoita. Inspirados nos canta baía de Almograve, decidimos fazer um Hino SR! A letra logo se vê, a melodia também… fica o Sérgio nos ferrinhos e o Gabilas com os testos! Faltavam os testos! Gabilas, triste por não ter os testos, até o telheiro abanou com o seu pontapé de escravelho. E o Gabriel com os testos, Tcheummmm!....

Chegados ao final da etapa, junto da igreja de Nossa Senhora do Mar, decidimos pernoitar no parque de campismo. Contactado o parque, não só fizeram desconto como disponibilizaram um transfere. Abrir a mala da carrinha? Não tem bancos, sra.. Abreíu-se a porta e… hummm… que cheirinho a peixe! Pena que não havia nenhum para garantir o jantar. Alguém foi à frente, não fossemos parar a Marrocos, e a malta lá trás divertia-se com o cheirinho a peixe, e o gabriel com os testos, Tchuemmmm!... “Não era suposto ficar no parque, agora não tenho gel de banho!” – Coisas de meninas minimalistas. “Àgua fria? Não pode”. “Oh gabilas, quantas torneiras tens? E tu? Eu tenho 3” – dilemas masculinos na hora do banho…

Hora de Jantar – chouriça, parte II – para a maioria. O Ricardo decidiu preparar uma sopa de cogumelos e massa bolonhesa. O víctor virava a chouriça e o Ricardo aquecia a água. Nós partíamos a chouriça e o ratatui tratava da sopa. A chouriça já era e a mexidela continuava. Mais uma chouriça, mais uma voltinha na sopa e na massa… Eis que o banquete estava pronto. Habemus chef! Devagar se vai ao longe, e é bem certo, parecia estar delicioso.

Não havia caipirinha mas havia beirão e tertúlia no bar do parque. Reflexão do dia, ensaio do hino que não avançou além da parte do Gabriel, com os testos… Tcheummmm!...

Dia III –Zambujeira do mar – Odeceixe

Alvorada com rebenta a bolha do Mário! Arrumo das tendas com a nostalgia do último dia de aventura. Esperavam-nos 18 km rumo a Odeceixe. Uma etapa mais diversificada, com alguns desníveis e trilhos um pouco mais diversificados, entre praias, falésias e pequenos pinhais.

A carrinha devia estar cheia de peixinho, tivemos de retomar o trilho a pé. Descida à praia de zambujeira do mar e subida pela falésia até à praia de Alteirinhos. De falésia em falésia, de praia em praia, lá fomos seguindo caminho. Impressionantes, as formações rochosas das falésias, a lembrar camadas de massa folhada e os tubos no chão, resultado de massificação da areia ao longo dos anos. Depois da praia da Amália, assim chamada porque a Amália Rodrigues tinha ali o seu refúgio de praia, chegamos à aldeia da Azenha do Mar, onde paramos para o petisco no palhinhas. Não havia cerveja de pressão mas estava tudo dentro do prazo de validade. Gostamos! Cada vez mais próximos do fim da aventura, seguimos caminho por entre vegetação dunar e vistas lindíssimas sobre o mar até à Ponta em Branco. Dali, uma vista soberba para a praia de Odeceixe, onde o rio se encontra com o mar e onde o Alentejo se encontra com o Algarve. Após a descida à praia, seguimos caminho durante 4km por estrada de asfalto. Um final nada aprazível para um trilho com paisagens fabulosas ao longo de 75km. Chegados ao centro de Odeceixe, o transfere esperava por nós para o regresso a Porto Covo.


Fim de aventura! Um trilho fabuloso, muito bem sinalizado e exigente por ser quase sempre em areia. De lamentar que os painéis informativos estavam praticamente todos apagados.

Obrigada, companheiros de aventura: Ulisses (Sérgio), Assador (Victor), Ratatui (Ricardo) Moto4 (Fernando), peregrina descalça (Sara), homem dos testos (Gabriel), Rebenta a bolha (Mário) e o ponto de equilíbrio (Manuel) por estes dias tão bem passados. Porque a amizade e o companheirismo são as paisagens mais belas da grande rota da vida…

Tcheummmm!

Cristina, SR74



MAPATRILHOELEVAÇÃO
http://www.walkingportugal.com/z_distritos_portugal/Braga/Fafe/FAF_pr10_trilho_do_vento_folheto.pdf
PARTICIPANTES CONFIRMADOS FINAL (25 ABR 17H)
Sérgio, Victor, Mário, Cristina, Manuel, Fernando, Gabriel, Sara, Ricardo
( 18 / 30 )
PARTIDALOCALGPSKMGRAUMAPA
2017.04.22/25
10:00
Porto Covo

N 37º 51' 06.8''  W 8º 47' 27.5''
37.851890  -8.790967 

 75DifícilLink
MAIS INFORMAÇÕES
Percurso: Trilho dos Pescadores
Local: Costa Vicentina
Partida/Chegada: Porto Covo - Odeceixe
Estacionamento: Sim
Rede Telemóvel: Sim (com falhas)
Âmbito: Paisagístico, Ambiental
Tipo: Linear
Sinalização: Sim
Pontos Água: Aldeias
Exposição Vento/Solar: Alta
Almoço: Volante
Regras: Ler Aqui
Sugerido: Solas Rotas
Ponto Encontro: Porto Covo
Pontos de Interesse: Porto Covo, Vila Nova de Mil Fontes, Almograve, Cabo Sardão,  Porto das Barcas, Zambujeira do Mar, Odeceixe
Dicas: Água, Roupa adequada às condições atmosféricas; Botas; Bastão,
Reconhecimento: Sem reconhecimento
Outras informações: Rota Vicentina, Camping MilFontes, Pousada Juventude Almograve, Camping Zambujeira
Nota: 80% do trilho é areia.

12ª Grande Rota: Trilho dos Pescadores no Wikiloc

Wikiloc é um lugar para descobrir e partilhar as melhores trilhas ao ar livre a pé, de bicicleta e muitas outras actividades. Pode visitar o trilho na página Solas Rotas no Wikiloc, para fazer download (gpx, kml) do mesmo pode-se registar é totalmente gratuito. 

Visite a página do Solas Rotas no Wikiloc

12ª Grande Rota: Trilho dos Pescadores as fotos de Grupo